terça-feira, 28 de junho de 2011

Massa caseira

Depois do curso de massas e molhos, comprei uma fábrica de massas caseiras (uma máquina manual que faz o papel do rolo de massa só que mais prático já que tem dois tipos de cortes - spaguetti e feccutine) e, claro, comecei a por em prática todo o aprendizado. Mas fazer as massas não era o suficiente... não queria apenas fazer a massa, queria que fosse colorida.

Decidi que faria massas a base de beterraba e espinafre, até aí fácil, para isso é só extrair a tinta de ambos (em outra postagem explico como se faz). Mas eu queria testar a massa negra. Aqui em João Pessoa é difícil encontrar certos ingredientes, então, no caso da última massa eu deveria usar a tinta de lula, mas como não a encontrei, usei a imaginação e uma boa porção de corante alimentício. :) O gosto da massa não foi alterado pelo corante, mas o visual ficou tão bom como se eu tivesse utilizado a tinta de lula original dos sete mares.




Para aqueles que torcem o nariz só de ouvir falar espinafre e beterraba, acreditem o melhor da massa fresca é que, depois de cozida, as massas perdem um pouco da cor, mas o sabor fica bem suave e a gente ainda aproveita os nutrientes de cada um.

Ainda aproveitei para fazer uns raviollis com uma forma que serve para mini pastel.


Só mostrar a massa sem mostrar como ficou na melhor hora não vale, né?! Pois bem, então lá vai...



Nem posso dizer o quanto estou satisfeitíssima com a minha fábrica de massas e o resultado da minha travessura.

Até a próxima!

Um comentário:

  1. Realmente o sabor da massa fresca é bem diferente daquelas que geralmente compramos em supermercados, cheias de conservantes e etc. Além do mais a combinação da massa com vegetais dá um significado bem diferente ao sabor tradicional.
    Vale a pena experimentar essa delícia gastronômica, acompanhado de uma boa taça de vinho.

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